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Curiosidade: Os 4 seres humanos mais imortais que já andaram pela Terra

O celebre cientista Benjamin Franklin uma vez disse: “Nada na vida é certo, exceto a morte e os impostos”, mas existiram pessoas nesse mundo que fariam ele repensar essa famosa frase.

 

 

Peter Freuchen

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Em 1906, com a idade de 20 anos, Freuchen abandonou a faculdade de medicina e partiu para explorar a Groenlândia em trenós puxados por cães. Foi ali que encontrou sua primeira esposa, uma mulher Inuit chamada Navarana Mequpaluk, que lhe deu uma filha e um filho.

 

Durante as conhecidas Expedições de Thule, Freuchen ficou enterrado vivo depois de uma forte nevasca. Ao invés de aceitar a Deus e preparar sua alma para o céu, como uma pessoa normal faria, Freuchen defecou em sua mão, deu forma de um cinzel, esperou o negócio congelar, e cavou seu caminho à liberdade.

 

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Peter Freuchen ao lado de sua namorada (O cara parece um urso)

 

Infelizmente, cavar com fezes é trabalho esgotante, e pelo tempo que demorou rastejando de volta ao acampamento (horas depois), seu pé esquerdo foi irremediavelmente congelado. Foi quando ele, sem qualquer anestesia realizou uma auto amputação no pé gangrenado.

 

Tempos depois

Quando os nazistas atacaram a Dinamarca, durante a Segunda Guerra Mundial, Freuchen voltou para casa, para se juntar ao movimento de resistência dinamarquês. Depois de ajudar inúmeros refugiados do Reich, Freuchen foi finalmente capturado e condenado à morte.

 

É claro que ele conseguiu escapar dos inimigos e fugir para a Suécia, porque se a Mãe Natureza não conseguiu assassinar o bastardo, que chance teriam os nazistas?

 

 

Jacklyn Lucas

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Nesta foto Lucas com 17 anos, e síndrome de super-herói

 

Jacklyn “Jack” Lucas, 14 anos, era grande para sua idade. Mas em vez de desperdiçar seu tamanho jogando basquete ou comprando cerveja para seus amigos, Lucas forjou a assinatura de sua mãe em um formulário de recrutamento, e foi lutar com os fuzileiros navais na segunda guerra mundial.

 

Lucas e outros fuzileiros se esgueiravam nas margens da ilha de Iwo Jima, quando duas granadas lançadas por inimigos, ameaçaram tirar Lucas e seus companheiros definitivamente da guerra.

 

Eis o que aconteceu a seguir, nas próprias palavras de Lucas: “Eu gritei aos meus amigos para sair e fiz um mergulho de Superman nas granadas. Eu não era o Superman depois que eu fui atingido, soltei um baita de um grito…”

 

O heroísmo de Lucas lhe rendeu “mais de 250 estilhaços” em seu corpo, e em cada órgão principal, incluindo seis peças em seu cérebro e duas em seu coração.

 

Ele voltou para casa aos 17 anos de idade, onde se tornou o mais jovem dos Mariner a receber uma Medalha de Honra.

 

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Lucas claramente não tinha medo de muito coisa.  Alias seu único problema era ter medo de altura, mas para enfrentar seu medo decidiu alistar no Exercito (agora legalmente) como pára-quedista.

 

Em seu primeiro salto de treinamento, os pára-quedas principal e de reserva de Lucas falharam sucessivamente. De acordo com testemunhas, ele foi “o último a sair do avião e o primeiro a chegar no chão”.

 

Ele sobreviveu é claro, apenas rolando quando bateu no chão, isso porque Jack Lucas claramente era a encarnação viva do Rambo.

 

 

Sam Houston

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Em 1809, Sam Houston fugiu de sua casa na Virgínia, com a idade de 16 anos. Ele logo se juntou com a Nação Cherokee, onde aparentemente aprendeu a usar cada parte do pé para chutar bundas.

 

Quando a “Guerra de 1812” começou, Houston, com 19 anos de idade, se juntou ao exército do general Andrew Jackson.

 

Enquanto enfrentava uma tribo na Batalha de Horseshoe Bend, Houston observou um soldado carregar um inimigo ferido sobre uma barricada de terra para não deixar o coitado morrer. Sam Houston achou legal o ato de nobreza e resolveu fazer a mesma coisa. O inimigo recompensou sua bravura disparando nele uma flecha, na virilha, bem no… vocês sabem.

 

Em vez de abandonar a guerra, e voltar para casa para sempre, como seria perfeitamente compreensível depois de ter uma flecha enfiada no fazedor de filhos, Houston apenas se virou para um soldado companheiro e pediu para puxá-la para fora.

 

Quando o soldado sugeriu que talvez eles deviam encontrar um médico porque, você sabe, a flecha na virilha né, Houston puxou sua espada e exigiu que ele retirasse a haste, de modo que poderia voltar para a luta.

 

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Ilustração da Batalha de Horseshoe Bend

 

Houston foi recompensado por sua bravura sendo deixado para morrer, durante a noite, depois de ter levado 3 tiros. Ao ser descoberto ainda respirando na manhã seguinte, ele foi arrastado 60 milhas (quase 100 quilômetros) em uma maca para um forte, onde ele foi mais uma vez deixado para morrer.

 

Mas é claro que mais uma vez, ele não morreu, Houston sobreviveu para iniciar uma prolífica carreira política.

 

Em 13 de abril de 1832, ele se deparou com o congressista William Stanbery nas ruas de Washington. Stanbery havia acusado recentemente Houston de fraude enquanto servia como governador do Tennessee.

 

Assim, Houston, previsivelmente, atacou Stanbery com sua bengala. Stanbery puxou uma arma e apontou para o peito de Houston, mas a arma falhou. Não que isso fizesse alguma diferença, afinal de contas o cara lutou uma guerra com uma flecha no saco, então uma bala no peito não seria muita coisa.

 

 

Tibor Rubin

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Tibor Rubin nasceu em uma família judaica pobre na Hungria, mais precisamente no pior momento da história do país. Aos 15 anos, foi enviado para o infame campo de concentração de “Mauthausen”, onde um capitão da SS disse aos recém-chegados: “Nenhum de vocês sairá vivo daqui”.

 

Rubin brincou com o companheiro ao lado dele, dizendo que ia provar que o capitão da SS estava errado, e conseguiu, ao contrário dos outros 150.000 prisioneiros de Mauthausen, assim como o próprio pai, mãe e irmã, que nunca saíram vivos de lá.

 

Quando as tropas americanas libertaram o campo de concentração, Rubin prometeu mostrar sua gratidão com o país que o salvou. Ele se tornou voluntário para lutar na Guerra da Coréia, onde ele provou ser o “Cara” novamente.

 

Para começar, ele sozinho, segurou uma verdadeira maré de tropas norte-coreanas por malditas 24 horas, para dar ao resto do seu regimento tempo suficiente para recuar.

 

Ele pegou uma metralhadora, depois que seus três colegas artilheiros foram derrubados, e continuou a disparar durante a noite e no dia seguinte, até que por fim acabou a munição e foi capturado pelos chineses .

 

Seus captores se ofereceram para libertá-lo caso ele retornasse para sua Hungria e desse um pouco de paz aos outros, o que é praticamente o mais doce acordo que um prisioneiro de guerra pode esperar.

 

No entanto, Rubin se recusou, e em vez disso saia escondido do acampamento na prisão todas as noites (correndo o risco de ser executado) para roubar comida e suprimentos médicos necessários para o conforto de seus companheiros prisioneiros de guerra. Ele manteve esse habito por dois anos e meio.

 

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Infelizmente, o sargento de Rubin repetidamente arquivou recomendações de seus superiores, para que Rubin, recebesse a Medalha de Honra (ele deve ter pisado em algum calo do cara).

Foi um erro que não seria corrigido até 2005, quando o presidente George W. Bush retroativamente lhe concedeu o devido e merecido mérito por sua bravura.

 

Fonte: CracKed

 

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